Fraudes de identidade disparam 32,9% no 1ºsemestre e exigem onboarding mais inteligente

Serasa Experian detectou 2,86 milhões de tentativas nos primeiros seis meses de 2026. Equilibrar checagem de documentos, biometria e análise de dispositivo virou prioridade para não travar clientes reais.

Segurança digital3 min de leitura
Publicado
Tags
fraude de identidadeonboarding digitalbiometriavalidação documentalanálise de dispositivoprevenção à fraudeSerasa ExperianKYC

A Serasa Experian contabilizou aproximadamente 2,86 milhões de tentativas de fraude de identidade no primeiro semestre de 2026, aumento de 32,9% na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior. Só em agosto, o volume chegou a 505,8 mil casos, 28% acima de agosto de 2025, o que representa uma ocorrência a cada 5,3 segundos. Os números foram divulgados pelo g1 Tecnologia.

<br><br>

Verificação em camadas combina documentos, biometria e prova de vida <br>Confirmar a identidade no ambiente digital costuma exigir mais de um passo. A validação documental analisa diversos tipos de papéis e aponta inconsistências. A biometria facial confere o rosto, e a prova de vida (liveness) verifica se há uma pessoa real por trás da tela.

Na hora de escolher a plataforma, o foco deve estar em como essas tecnologias se conectam durante o cadastro e como se adaptam ao risco de cada interação. <br><br>

Análise de dispositivo traz sinais de risco por aparelho, local e histórico <br>O aparelho usado pelo cliente entrega pistas valiosas. Características do hardware, contexto do acesso, geolocalização e histórico de uso ajudam a flagrar comportamentos atípicos. Um login em dispositivo conhecido durante operação rotina gera um cenário; outro, em aparelho novo ou ação fora do padrão, gera outro.

A análise de risco agrega esses sinais para decidir se a interação segue livre ou pede verificação extra. <br><br>

Excesso de controles derruba conversão; indicadores revelam a fricção <br>Mais etapas de segurança não significam proteção na mesma medida. Validação fraca expõe à fraude; controles demais causam abandono e bloqueiam clientes legítimos, derrubando a conversão. Métricas como taxa de aprovação, volume de revisões manuais, tempo de conclusão do cadastro e taxa de falsos positivos apontam onde o processo trava sem necessidade.

A meta é equilíbrio: segurança que funciona sem alongar ou complicar o fluxo além do indispensável. <br><br>

BRB eliminou 86,2% das análises manuais e abre conta em 15 minutos <br>O Banco de Brasília reformulou a abertura de conta online unindo KYC, validação documental, biometria, prova de vida, análise de dispositivo e orquestração. Dados da Serasa Experian mostram que o projeto cortou em 86,2% os cadastros enviados para revisão manual, reduziu o tempo de até duas horas para menos de 15 minutos e levou a aprovação a 85%. O caso demonstra como recursos diversos apoiam decisões de risco sem transformar segurança em barreira para todo mundo.

<br><br>

IDPass reaproveita dados validados e aprova 90% dos usuários na hora <br>A lógica do cadastro está mudando: em vez de pedir sempre os mesmos dados, empresas podem usar informações já checadas, com consentimento, para saber quem está do outro lado e definir o que ainda falta verificar. O IDPass, da Serasa Experian, faz essa reutilização. Com ele, nove em cada dez usuários são liberados instantaneamente, sem formulários longos nem nova foto de documento.

A entrada da idwall, especialista em gestão de identidade digital e autenticação, amplia a capacidade de cruzar sinais de identidade e risco durante o cadastro. O foco não é empilhar camadas, mas tornar cada interação mais inteligente: mais rigor onde há risco, menos atrito onde a confiança já existe.

Conta o que está travando.

Diz como isso acontece no seu negócio hoje. Resposta em até 48h.

Quero o diagnóstico

Sem compromisso. Sem proposta automática no seu e-mail.

Cookies

Medimos as visitas com cookies do Google e da Meta. Só se você aceitar.